DOIS PESOS, UMA MEDIDA (ALBUM)

by Dois Pesos. Uma Medida

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“Dois Pesos, Uma Medida” é o primeiro álbum do duo sorocabano. Hugo Rafael e João Leopoldo resolveram registrar um repertório de autorias de forma experimental, gravando todos os instrumentos.

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released May 1, 2015

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hugo rafael. Sorocaba, Brazil

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Track Name: Cego Dos Olhos Vendados
Não, ele não sabe a diferença entre o bem e o mal.
Cercado de delinquentes baratos, fulminados nessa prisão.

Não tem nada a dizer, nem razão de existir.
Eu receio que ele não passe de um,

Cego, dos Olhos Vendados.
Cego, dos Olhos Vendados.

Ele só pode estar delirando,
Jamais irá se perdoar pelo que fez à si mesmo.

Ainda não me conformo como ele pode deixar revelar essa face de corrupção.
Espero que se prepare pra pagar diante do gongo final.
Por que você não se entrega? Seja livre do pano que cobre o seu rosto e deixe pra trás essa teima de ser um.

Cego, dos Olhos Vendados.
Cego, dos Olhos Vendados.

Ele só pode estar delirando,
Jamais irá se perdoar pelo que fez à si mesmo.

Essa é a Razão! Essa é a verdade!
Minhã missão é fazer você feliz.

Há um ditado que diz que as coisas não caminham em nada se você não crer.
Não adianta cegar a mente e se contentar com o mínimo.

Comer o pão que o Diabo amassou, e dar risada por estar-se vivo.
Track Name: Campos De Seda
Eu planejo um novo respirar no horizonte.
Um lugar monumental com fibra, força e fonte.
Onde faz, pessoas pensarem mais.

Vem comigo, sai agora dessa vida errante.
Vou de caravana, parto logo num instante.
Pros meus sonhos, momentos celestiais.

Indo pros campos de seda, eu e você.

Vem (vem) é novo astral, puro e elegante.
Nada igual com o que voce havia visto antes
Ah, ah. Isso se chama viver.

Indo pros campos de seda, eu e você.

Tudo bem, tudo bem.
Pensar assim é romântico demais.
Se eu pudesse implorar para o tempo conceder,
A sua virtude plena de vive-lo intensamente.

Eu, iria, sem rumo e sem volta.
Num caminho distante, eloquente de pleno gozo e vitória.

Indo pros Campos de Seda, eu e você.
Track Name: Questão de Sorte
Ando na rua como quem não quer nada.
Vago o pensamento que atormenta minha vida.
Hoje existe uma dor que me afaga.
Que canta, paga, mata e causa qualquer saída.

Então me faça lembrar, então me faça lembrar.
Bebendo esqueço, tropeço no meu pensar.
Mas hoje choro baixinho só pra você escutar.
E antes mal acompanhado que busca-la de bar em bar.

Baby, tudo é questão de sorte.
A noite nunca acaba sem você voltar para mim.
Basta que a gente se olhe.
Por quê se esconder daquilo que não tem fim?
Track Name: Sabe Reclamar
Eu to cansado desse papo careta.
Desse papo seu que tá mesma coisa.
Coisa nova de eu contar a sua historia.
Historia velha não remenda tua roupa
Você questiona tua própria existência.
Na escola nunca encontra razão.
Na historia tudo sempre repete.
Só não repete seu destino não.
Eu to cansado dessa tal vizinhança.
Que todo dia ta no mesmo portão.
Se iludem com a novela das oito.
É só preguiça, dorme televisão.
Eu vou tocar, eu vou tocar bem mais alto. Que os distraídos surdos me escutarão. Eu vou fazer acontecer pra esse mundo. Pois só gritando todos eles verão
Eu to cansando do tal apocalipse.
Que todo mundo não cansa de falar.
Eu to pagando pra curtir esse mico.
De camarote vendo você gritar
Você acredita no que disse o Raul.
E também naquelas coisas que você não sabe tocar.
Você tem medo da luz.
Mas essa música só sabe reclamar.
Sabe reclamar
Sabe reclamar
Track Name: Da Alma À Lama
Não Posso mais viver na ilusão.
Nem mesmo esse pobre coração consegue essa tristeza segurar.
Quando o tempo não cura as lembranças do agora.
Todo sofrimento vem à tona e é difícil segurar.

Mas o tempo há de curar as dores da alma.
E hoje eu sofro com a ausência do que perdi.
Quando lembro do adeus na memória.
O mundo à minha volta começa a ruir.

Felicidade na minha vida foi-se embora, apagou.
E no escuro dessa longa estrada tento eu resistir.
Mas sem você o mundo agora acabou.
E se não a tenho comigo, não tenho porquê existir.

Mas o tempo há de curar as dores da alma.
E hoje eu sofro com a ausência do que perdi.
Quando lembro do adeus na memória.
O mundo à minha volta começa a ruir.

Mas o tempo há de curar as dores da alma.
E hoje eu sofro com a ausência do que perdi.
Quando lembro do adeus na memória.
O mundo em minha volta começa a ruir.
Track Name: Quiçá
Quiçá eu hei de ouvir um dia,
A voz que não se cansa em me chamar.
Mas como tenho breve síncopes,
O medo vem me amar.

Quiçá eu hei de ouvir um dia,
A voz que não se cansa em me chamar.
Mas como tenho breve síncopes,
O medo vem me amar.

Quiçá eu hei de ouvir um dia,
A voz que não se cansa em me chamar.
Mas como tenho breve síncopes,
O medo vem me amar.

Quem sabe o que fazer,
Com coisas que eu vi e passei mal.
Eu confundi finas vielas,
Com imensas marginais.

Me embriaguei ao ver sorrisos,
Nos semblantes das esquinas,
Promitentes de prazer a baixo custo,
E indaguei:

A falta que me faz, nesse meu coração tão sofredor,
Um novo e sócio vão,
Das dívidas pra com o Salvador.

Seja o futuro que eu previ,
Ou não importa mais.
Quem vai suprir o meu lugar?
Só sei que já estou morto de esperar.

Foi esse futuro que eu não quis,
Ou não. Passou tão rápido...
Espero logo me encontrar,
Pra te deixar em paz.
Track Name: Meus Olhos, Seus Olhos
E então ela surge num imenso clarão
Meus olhos não querem acreditar
Mas o coração não engana: amo você.

Poder te tocar, te abraçar e beijar
É como ser um novo indivíduo,
Capaz de ser o mesmo, todos os dias

Você me separou da metade egoísta e me fez tecer novos caminhos.
Ah esses caminhos, me embriagaram demais, por demais.

Isso fadou-me a tanta maldade. A ponto de enganar qual era a metade que me fazia viver.
Eu andava, eu corria pro contrário de coisas que eu mesmo nem imaginava.
A dor me amava, não me deixava correr pros seus braços de paz e amor. De ternura.

E essa soltura tardou demais. Mas o coração não engana, amo você.

E agora , transformado, quero descobrir.
O que acontece no real.
O mistério de ter você,
O segredo de ser eu,
Protegendo o meu bem,
Preenchendo o que é meu.
Track Name: Malaco Universo (BÔNUS TRACK)
Acordei e me olhei no espelho
Fui abduzido pela rede
Viajei por todo o Universo
E boteios meus olhos para fora.

Toda essa justiça que demora
Toda essa preguiça que devora
O mal se alastrou pelo Universo
Em busca de dinheiro e poder.

Todas as vezes imagino que
A insanidade entorta ou empina o nariz
É comodismo bruto e ao mesmo tempo
É indecisão insana por cegar o nítido

Mancha nesse céu risonho e límpido
Todo esse regresso repentino
Fruto do malaco Universo
Que rouba dinheiro e poder

Todas as vezes imagino que
A insanidade entorta ou empina o nariz
É comodismo bruto e ao mesmo tempo
É indecisão insana por cegar o nítido

Pelo fim da guerra do ego
Não vou permanecer aqui pensando
Esqueléticamente esperando
Um pedaço de entendimento
Sobre esse Bruto Universo